Para quê Ethereum Classic, quem precisa e como as regras desta rede diferem do resto — curto e direto.
Não “riscos crypto” abstratos, mas as regras desta rede. Em cada uma — o que acontece e como a Mitilena mostra antes do botão Enviar.

A chave e o endereço coincidem com Ethereum. Enviou ETC para um endereço “para ETH” — as moedas ficam nesse endereço na rede ETC. Se a chave for sua, recupera; se for exchange — pelo suporte.

Em agosto de 2020 a rede foi reescrita três vezes por atacantes com mais poder de mining. Desde então as exchanges exigem milhares de confirmações: a transferência vê-se de imediato, o crédito demora horas.

As grandes exchanges aceitam ETC; desks de swap e DeFi em torno dela são escassos. No dia a dia — a própria moeda ETC.

Como em qualquer rede EVM, a taxa paga-se na moeda nativa. ETH do Ethereum não conta aqui.
Quase ninguém usa tokens na Ethereum Classic, e o endereço parece Ethereum — é fácil escolher a rede errada. Na carteira o foco é a moeda ETC; as stablecoins são mais práticas em Tron, TON, Ethereum ou Solana — ficam ao lado na mesma app.
Não. São duas redes após o fork de 2016. Endereços e chaves coincidem; moedas e saldos não. Na Mitilena a rede escolhe-se de forma explícita.
Um bloco demora cerca de 13 segundos, mas após os ataques de 2020 as exchanges exigem milhares de confirmações. Planeie horas.
Cêntimos, em ETC.
As moedas estão nesse endereço na rede ETC. Escreva ao suporte da exchange com o hash; se a exchange aceitar ETC no mesmo endereço, costuma creditar manualmente.